
Talvez uma das maiores oportunidades criadas pela iGreen nos últimos anos não esteja apenas na conta de energia, no cashback ou nos novos serviços do ecossistema.
Ela pode estar nas ruas ou nos estabelecimentos, em um mercado que promete faturar bilhões nos próximos meses e anos.
A chegada da iGreen MOB coloca os licenciados diante de um mercado que cresce rapidamente no Brasil e no mundo: a infraestrutura necessária para abastecer a nova geração de veículos elétricos.
E aqui está o ponto que muita gente ainda não percebeu.
Quanto mais carros elétricos chegam às ruas, maior será a necessidade de pontos de carregamento. Restaurantes, hotéis, supermercados, academias, condomínios, estacionamentos, empresas e estabelecimentos comerciais começam a enxergar o carregador não apenas como infraestrutura, mas também como uma forma de atrair e reter clientes.
É exatamente nessa transformação que a iGreen busca posicionar sua rede.
A proposta da iGreen MOB vai além de conectar um veículo à tomada. Dentro do modelo apresentado pela companhia, o licenciado pode indicar pontos de recarga e participar economicamente das recargas realizadas nas estações vinculadas às suas indicações.
Ou seja: enquanto o carro carrega, uma nova cadeia econômica pode estar sendo criada.
E os números ajudam a dimensionar o tamanho dessa transformação.
Segundo a Agência Internacional de Energia, mais de 20 milhões de carros elétricos foram vendidos globalmente em 2025, aproximadamente um em cada quatro carros novos comercializados no planeta. Para 2026, a expectativa é que os elétricos representem perto de 30% das vendas mundiais.
No Brasil, a transformação também acelerou. A infraestrutura pública e semipública já ultrapassou 25 mil pontos de recarga e as vendas de veículos eletrificados avançam rapidamente.
E existe outro número que chama ainda mais atenção: projeções de mercado apontam que o segmento de infraestrutura e carregadores para veículos elétricos no Brasil poderá superar a marca de R$ 3 bilhões anuais nos próximos anos.
Estamos falando de um mercado bilionário que ainda está construindo sua infraestrutura.
E talvez seja justamente aí que esteja a grande visão da iGreen.
Não se trata apenas de vender carregadores.
Trata-se de ocupar pontos estratégicos antes que a eletrificação da frota brasileira alcance uma escala muito maior.
Existe uma diferença enorme entre entrar em um mercado quando ele já está consolidado e se posicionar enquanto a infraestrutura desse mercado ainda está sendo construída.
Foi assim com postos de combustíveis.
Foi assim com antenas de telefonia.
Foi assim com internet e fibra óptica.
E agora uma nova corrida começa: onde os milhões de veículos elétricos que chegarão às ruas nos próximos anos serão carregados?
É justamente por isso que a iGreen MOB merece atenção.
A iGreen parece estar tentando transformar seus licenciados não apenas em consumidores ou vendedores dessa nova economia, mas em agentes capazes de ajudar a construir uma rede de pontos de carregamento.
Se a eletrificação continuar avançando no ritmo atual, a infraestrutura de recarga tende a se tornar um mercado cada vez mais estratégico.
Poucas pessoas estão atentas a esse movimento agora.
Mas talvez estejamos olhando para uma das grandes oportunidades desta década: participar da construção da infraestrutura de um mercado bilionário antes que ele atinja sua maturidade.
A próxima grande transformação da mobilidade já começou.
E quem conseguir se posicionar enquanto essa infraestrutura ainda está sendo construída poderá estar alguns anos à frente.



